terça-feira, 27 de outubro de 2015

Flagrante de destruição da mata do Parque Laguna

Por José Afonso da Silva

A mata do Parque Laguna vem sendo devastada silenciosamente nos últimos meses. Hoje, 26/10, eu e o companheiro Gabriel Binho fizemos uma caminhada pelo local e constatamos que os pontos de terra que contrastam com o verde da mata, possíveis de serem vistos de bairros mais altos de Taboão da Serra ou mesmo da BR 116, na verdade, trata-se de uma verdadeira agressão ao meio ambiente.
Curiosos, eu e Binho caminhamos pela mata. Vimos muitos troncos de árvores pelo chão, todos cortados com motosserra; clareiras abertas onde antes havia pelo menos 40 árvores.
Mas, subindo a entrada da mata, que fica em frente à fábrica da Kibon, constatamos que a agressão é muito maior. tratores riscam a mata limpando o terreno para construção de lotes. Algumas casas simples já foram construídas no local, mas há casas grandes, verdadeiras mansões, de até 25 cômodos. O que comprova que não estamos falando de gente pobre e sem recursos.
Percebemos que a tática é ir derrubando as árvores aos poucos, formando clareiras e, depois de algum tempo entram os tratores, caminhões e pedreiros.
Tudo isso sem que os órgãos responsáveis fiscalize ou impeça. Tem cheiro de ação do mercado imobiliário da cidade neste caso.
Taboão da Serra tem cerca de 22km2 e poucas áreas verdes. A destruição da mata do Parque Laguna (até onde sei é uma APA), significará um prejuízo imensurável para a qualidade de vida dos moradores da cidade.
Onde estão os fiscais da secretaria de meio ambiente do município? Onde estão os autodenominados "ecologistas" que só aparecem quando se trata de ocupação feita por movimentos sociais de moradia?












Link com slide e vídeos da matéria: https://www.facebook.com/joseafonsosilva/videos/10204364435465753/?pnref=story


Amanhã, assim que possível, estaremos protocolando no MP de Taboão da Serra, documento com fotos para que sejam tomadas providências imediatas que cessem a destruição da mata.

Fotos: Gabriel Binho

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Ato contra fechamento de escolas em Taboão da Serra e Embu.



O governo Geraldo Alckmin anunciou a “reorganização” das escolas estaduais de todo o Estado de São Paulo.
Esta medida pretende separar em prédios diferentes os alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental, anos finais do Ensino Fundamental e o Ensino médio. Essa medida será acompanhada do fechamento do ensino noturno, a superlotação de salas de aula e a municipalização do ensino. Tudo isso apenas com o objetivo de reduzir gastos do governo estadual com a educação, o que provocará o fechamento de 1500 escolas e a demissão de 40 mil professores. Além de bagunçar toda a vida do professor.
Já foi anunciado que um milhão e meio de alunos serão transferidos de escolas e assim, muitos estudantes serão forçados a frequentar escolas que ficam longe de suas casas, serão obrigados a andar em bairros desconhecidos e atravessarem avenidas e rodovias movimentadas e os pais que têm filhos em etapas de ensino diferentes, gastarão mais dinheiro com transporte, pois seus filhos frequentarão escolas diferentes.
Estas medidas foram decididas sem qualquer tipo de consulta àqueles que mais sofrerão se a “reorganização” for implementada, os pais, alunos, professores e funcionários.
A partir disso deste ataque, pais, alunos e professores das Escolas Estaduais Tadakyo Sakai, João Martins  e Alípio de Oliveira e Silva – escolas que serão afetadas por esta reorganização - realizarão um Ato nesta terça-feira, 06 de outubro, `as 10h, em frente `a Diretoria de Ensino de Taboão da Serra. A Escola Alípio de Oliveira e Silva, por exemplo, será fechada.
A Diretoria  de Ensino de Taboão da Serra está localizada na. Rua João Slaveiro, 64 - Jardim da Gloria, Taboão da Serra.

Contato: Miguel Leme (11) 99828 2902 ou (11) 98810 4711

Calendário da semana

Calendário de luta contra a reorganização das escolas nas regiões de Taboão da Serra, Embu das Artes e Itapecerica da Serra.
Taboão da Serra:
• 06 de outubro (terça-feira) às 10h na Diretoria de Ensino de Taboão da Serra.
• 09 de outubro (sexta-feira) com concentração a partir das 7h na EE Catarina Comino.
Embu das Artes
• 09 de outubro (sexta-feira) às 14h na EE Elizete Bertini no Jardim Santo Eduardo.
Itapecerica da Serra
• 09 de outubro (sexta-feira) às 14h na Praça da Árvore em Itapecerica da Serra.

domingo, 4 de outubro de 2015

Carta da Apeoesp Taboão da Serra explicando proposta de reorganização das escolas de Alckmin aos pais e alunos

Por Apeoesp Taboão da Serra

Queridos alunos e senhores pais,

O governador  Geraldo Alckmin anunciou “reorganização” das escolas estaduais de São Paulo.
Esta medida pretende separar em prédios diferentes, os anos iniciais do Ensino Fundamental, anos finais do Ensino Fundamental e o Ensino Médio. 
Apesar de ter um nome bonito, esta “reorganização” provocará o fechamento de 1500 escolas e a demissão de 40 mil professores. Esta medida obrigará a muitos alunos a frequentarem escolas longe de suas casas. Se isto ocorrer, muitas crianças e jovens terão as suas vidas colocadas em perigo. Serão obrigadas a andar em bairros desconhecidos e  atravessarem avenidas e rodovias movimentadas.
Além disso, os pais que têm filhos em etapas de ensino diferentes, gastarão mais com transporte, pois os seus filhos freqüentarão escolas diferentes.
Estas medidas foram tomadas sem qualquer tipo de consulta aos alunos, pais e professores e visam tão somente reduzir os gastos do governo estadual com a educação. Tanto é assim,  que o governador Geraldo Alckmim pretende transferir muitas escolas do estado para as prefeituras, através da municipalização do ensino.
Não podemos permitir este ataque à escola pública! Para barrar esta medida, é necessária a unidade de professores, pais e alunos.
Pais e alunos, assinem o abaixo-assinado e participem dos atos contra este ataque do governador Geraldo Alckmin!

Executiva da Subsede da Apeoesp de Taboão da Serra


quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Taboão das Igrejas

Por José Afonso da Silva

Taboão das Igrejas
Na última terça-feira, 29/09, foi aprovado na sessão da câmara municipal de Taboão da Serra, projeto de lei que cria "O Dia do Amor Misericordioso de Deus" que será comemorado todo dia 1º de outubro.
Apresentado, num primeiro momento, como "Dia de Santa Terezinha", encontrou forte resistência dos vereadores evangélicos e de igrejas pentecostais do município. A mudança do nome para "O Dia do Amor Misericordioso de Deus" foi uma forma de dar uma justificativa aos vereadores evangélicos terem uma desculpa para a apresentarem quando voltassem para suas suas igrejas e uma forma de garantir que a votação não fosse apertada. 
A mudança no nome do feriado, nada mais foi que uma manobra dos vereadores, já que o feriado cai no mesmo dia em que se comemora o dia da Padroeira Santa Terezinha (1º de outubro) e todos os jornais e sites da região estão se referindo ao dia como "Dia da Padroeira Santa Terezinha".
Os mesmos vereadores que aprovam projetos que retiram direitos dos trabalhadores e se recusam a discutir reajuste de salários para o funcionalismo, são capazes de aprovarem leis absolutamente irrelevantes ou que só beneficia uma parcela dos moradores da cidade.
Vale lembrar que vivemos num estado Laico, pelo menos ainda, e a aprovação de determinadas datas só servem para descaracterizar a ideia de governo e legislativo de todos os cidadãos, independente de raça, credo e orientação sexual.
A exemplo do que vem ocorrendo em todo Brasil, bancadas fundamentalistas, formadas por católicos e evangélicos, pautam as discussões nas câmaras e assembleias de acordo com suas convicções religiosas e atacando grupos que avaliam serem contra a aquilo que está escrito na bíblia. Isso inclui de posturas machistas, homofóbicas a racistas.
Não é só pela fé, trata-se de um projeto de poder
Quem anda por Taboão da Serra já deve ter percebido que igrejas e mais igrejas são abertas onde antes era uma fábrica, um comércio, uma loja, uma garagem. É difícil encontrar uma rua da cidade que não tenha pelo menos uma igreja em funcionamento. Mas, engana-se quem pensa se tratar do esparramamento de concepções religiosas, de mais taboanenses procurando a paz espiritual. Trata-se de um projeto de poder de fundamentalistas cristãos visando eleger e apoiar vereadores e servir de curral eleitoral para candidatos.
Basta observar a composição da câmara municipal de Taboão da Serra, onde a grande maioria dos vereadores são pastores ou são envolvidos com determinadas igrejas.
Suas pautas são as mesmas dos Pastores Silas Malafaia, Edir Macedo, Marco Feliciano, entre outros. Temas como direitos das mulheres, dos homossexuais são tratados como crime.
A igreja católica estava perdendo feio esta batalha e sua reação se deu com a vinda do cantor carismático Fábio Teruel e pela aprovação do dia de Santa Terezinha.
Não por acaso, se antes os dois blocos políticos que se digladiavam se dividiam entre governistas e não governistas, agora se dividem entre católicos e evangélicos. Basta observar que quem dá entrevistas ou fala em nome das igrejas são vereadores, ex-candidatos a vereador ou futuros candidatos a vereador.
Calma gente, não há uma guerra santa em curso em Taboão da Serra. É obvio que essa divisão se dá visando as eleições de 2016. Todos precisam proteger suas bases e cultivar seus currais eleitorais. Mas não há diferenças políticas significativas, basta olhar as votações na câmara que em sua maioria são por unaninimidade. Após o processo eleitoral estarão todos juntos e firmes contra o interesse do funcionalismo e dos serviços públicos.
Taboão da Serra passa por um tremendo retrocesso civilizatório ao deslaicizar os serviços públicos, o legislativo e o governo.
O resultado disso já sabemos: Estado Islâmico, Al qaeda.



terça-feira, 29 de setembro de 2015

Bravateiro, sim senhor!

Por Guilherme Simões

Gilmar Mendes quer R$ 100 mil reais de Guilherme Boulos.
O ministro do Supremo Tribunal Federal afirma que sofreu danos injustos em sua ilibada moral. E não foi à toa: em novembro de 2014, o membro da coordenação nacional do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), criticou o magistrado, chegando a chamá-lo de “bravateiro”. Claro é que em coluna do jornal Folha de S. Paulo, espaço de amplitude nacional, Guilherme não se limitaria a fazer uma simples provocação. A coluna do dia 13 de novembro denuncia não apenas o perfil falastrão do ministro, mas aponta fatos: sua inexplicável relação com o bicheiro Carlinhos Cachoeira e seu antigo lacaio, o (ex-) senador Demóstenes Torres; sua insistência em libertar o banqueiro corrupto Daniel Dantas, sua defesa comovente do ex-governador José Roberto Arruda, pego em flagrante vídeo escondendo dinheiro de propina, entre outros, não podem ser considerados exatamente como comportamentos “morais”, principalmente tratando-se de um ministro da suprema corte e reconhecido jurista.
Guilherme falou de alguns fatos e poderíamos até citar mais coisas a respeito do ex-professor matogrossense: que em 2009, Gilmar Mendes concedeu habeas corpus para o médico e estuprador Roger Abdelmassih o que possibilitou a fuga do bandido; que pediu vistas e “sentou em cima” do processo que julgava a legalidade do financiamento de campanhas por empresas por mais de um ano; que, quando devolveu o processo ao STF, votou a favor do financiamento de campanhas por empresas, mecanismo que todos sabem, facilita e estimula a corrupção; que participou do histórico e moralmente defensável governo Collor como adjunto da Subsecretaria Geral da Presidência da República e consultor jurídico da Secretaria Geral da Presidência da República; que também foi membro do governo FHC como Subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil; que como sócio de uma escola privada em Brasília, faturou quase R$ 2 milhões em convênios com o governo federal entre 1998 e 2008; que arquivou processos de improbidade administrativa contra José Serra e Pedro Malan; que já tentou censurar de Dalmo Dallari a Paulo Henrique Amorim, etc.
O ex-presidente do Supremo gosta de aparecer. Vem se cacifando como um dos ícones da quase histérica tentativa de derrubar o combalido governo Dilma. Diz ele que “ficar sem presidente pode ajudar o país”. Condena a corrupção e, possivelmente, aposta em novas eleições, ou na pior das hipóteses, em uma transição moral e ética com o PMDB (Partido Moral da Democracia Brasileira).
De qualquer forma, Mendes quer R$ 100 mil de Guilherme. Talvez, o salário de mais de R$ 37 mil mais alguns auxílios (aliás só o de moradia custa R$ 4mil) não sejam suficientes para manter um padrão minimamente moral de vida para uma tão nobre personalidade.
Se não for isso, a coluna do meu companheiro Guilherme Boulos, utilizando-se do dispositivo legal da liberdade de expressão, mostrou o que muitos já sabem, mas poucos apontam: um poder judiciário prepotente e arrogante, descolado das reais demandas do povo brasileiro e conectado umbilicalmente ao poder econômico.

Convicto defensor da imoral concentração de terras e feroz agente da criminalização das lutas sociais, Gilmar Mendes ataca não a um colunista de jornal, mas a um dos principais movimentos populares do país na atualidade, responsável por organizar milhares de trabalhadores e por em cheque a estrutura segregadora e discriminatória das cidades brasileiras. A conclusão é que o MTST está no caminho certo, confrontando os tradicionais donos do poder. E que Gilmar, além de ministro de questionável moralidade, é um bravateiro, sim senhor!

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

CARTA CONVOCATÓRIA DE LANÇAMENTO DA FRENTE POVO SEM MEDO

“Faça da sua vida a aventura de não apenas sonhar em um mundo melhor mas viver uma vida lutando por ele”
Pepe Mujica

O mundo vive sob o signo de uma profunda crise do capitalismo, que perdura desde 2008. Medidas de austeridade econômica dominam a agenda política, multiplicando desemprego, miséria e redução dos direitos trabalhistas. Por outro lado, os banqueiros comemoram cada aniversário da crise, aumentando seus já exorbitantes lucros.

No Brasil, as medidas econômicas não deveriam seguir o mesmo script. O “ajuste fiscal” do governo federal diminui investimentos sociais e ataca direitos dos trabalhadores. Os cortes na educação pública, o arrocho no salário dos servidores, a suspensão dos concursos são parte dessa política. Ao mesmo tempo, medidas presentes na Agenda Brasil como, aumento da idade de aposentadoria e ataques aos de direitos e à regulação ambiental também representam enormes retrocessos. Enquanto isso, o 1% dos ricos não foram chamados à responsabilidade. Suas riquezas e seus patrimônios seguem sem nenhuma taxação progressiva. O povo está pagando a conta da crise.

Ao mesmo tempo, os setores mais conservadores atacam impondo uma pauta antipopular, antidemocrática e intolerante, especialmente no Congresso Nacional. Medidas como a contrarreforma política, redução da maioridade penal, a ampliação das terceirizações, as tentativas de privatização da Petrobrás e a lei antiterrorismo expressam este processo.

No momento político e econômico que o país tem vivido se torna urgente a necessidade de o povo intensificar a mobilização  nas ruas, avenidas e praças contra esta ofensiva conservadora, o ajuste fiscal antipopular e defendendo uma saída que não onere os mais pobres.

A conjuntura desenha momentos desafiadores para o movimento social brasileiro. Precisamos apostar na unidade nas ruas e nas lutas. Esta é a motivação maior de criar uma frente nacional de mobilização, protagonizada pelos movimentos sociais, a Frente Povo Sem Medo. 

Será preciso avançar na agenda que os setores populares imprimiram em várias mobilizações ao longo de 2015, como o 15/4, o 25/6 e o 20/8 e também nas greves e mobilizações de diversas categorias organizadas dos trabalhadores:

- Contra a ofensiva conservadora e as saídas à direita para a crise. Não aceitaremos a pauta que este Congresso impõe ao Brasil. Defenderemos a radicalização da nossa democracia, a tolerância e as liberdades contra o racismo, a intolerância religiosa, o machismo, a LGBTfobia e a criminalização das lutas sociais.

- Contra as políticas de austeridade aplicadas pelo governo, em nome de ajustar as contas públicas. Não aceitamos pagar a conta da crise. Defenderemos que a crise seja combatida com taxação de grandes fortunas, lucros e dividendos, auditoria da dívida e suspensão dos compromissos com os banqueiros.

- A saída será nas ruas, com o povo, por Reformas Populares. Defenderemos a democratização do sistema político, do judiciário e das comunicações e reformas estruturais, como a tributária, a urbana e a agrária.
Esta frente nasce em um momento de grandes embates e com a responsabilidade de fazer avançar soluções populares para nossa encruzilhada. Sabemos que para isso será preciso independência política, firmeza de princípios e foco em amplas mobilizações.

Convocamos todos e todas a se somarem no lançamento da Frente "Povo Sem Medo" que será realizada no dia 08 de Outubro na cidade de São Paulo, às 18 horas.

AQUI ESTÁ O POVO SEM MEDO!


CONVOCAM PARA O LANÇAMENTO DA FRENTE POVO SEM MEDO:

Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST)
Central Única dos Trabalhadores (CUT)
Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)
Intersindical - Central da Classe Trabalhadora
União Nacional dos Estudantes (UNE)
União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes)
Associação Nacional dos Pós Graduandos (ANPG)
Federação Nacional dos Estudantes do Ensino Técino (Fenet)
Uneafro
Círculo Palmarino
Unegro
Igreja Povo de Deus em Movimento (IPDM)
União da Juventude Socialista (UJS)
Rua - Juventude Anticapitalista
Coletivo Juntos
União da Juventude Rebelião (UJR)
Juventude Socialismo e Liberdade (JSOL)
Coletivo Construção
Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB)
Mídia Ninja
Coletivo Cordel
União Brasileira de Mulheres (UBM)
Bloco de Resistência Socialista
Rede Emancipa de Educação Popular


terça-feira, 15 de setembro de 2015

Polícia militar ameaça usar força em reintegração

Por José Afonso da Silva
Polícia militar ameaça usar força em reintegração de manutenção de posse de dez famílias do Jardim Magali, Embu das Artes.
O terreno onde vivem as famílias nunca cumpriu sua função social e seu proprietário se quer sabia onde ficava tal área, mesmo porque a área não era valorizada. Tanto era o desinteresse do proprietário que quando soube da ocupação propôs a venda do terreno. Mas após a chegada de serviços públicos ao local e a consequente valorização do local, resolveu dar prosseguimento a ação jurídica.
O mais assustador é o informe da PM que parece montar um esquema de guerra para tirar dez famílias.
Como não podemos concordar com injustiça fizemos um vídeo com Edmilson Lima, morador do local, passando sua versão dos fatos
Vídeo de Gabriel Binho
Link do comunicado da PM: http://jornalnanet.com.br/…/pm-coordena-operacao-de-reinteg…