quarta-feira, 24 de outubro de 2012

No segundo turno, o melhor voto é o voto que fortalece a luta!

Fonte: www.lsr-cit.org


Nem PT, nem PSDB – organizar o terceiro turno das lutas contra os governos desses partidos e seus aliados
Em São Paulo, Campinas, Fortaleza, Salvador e outros municípios onde a direita tradicional (PSDB, DEM, etc) disputa com o PT o segundo turno das eleições municipais, muitos trabalhadores tendem dar um voto no mal menor ou um voto supostamente contra a direita.
A corrente Liberdade, Socialismo e Revolução (LSR) se coloca claramente pelo voto nulo no segundo turno das eleições municipais onde não existam candidaturas dos partidos da Frente de Esquerda (PSOL, PSTU, PCB). Mas, não nos surpreende que esse raciocínio que leva a o voto no mal menor exista.
Dentro desse sistema eleitoral marcado pelo abuso do poder econômico e favorecimento dos partidos da classe dominante através da mídia, cria-se todo um ambiente que conduz parte do eleitorado a uma escolha limitada às opções ditas “viáveis”, o mal chamado “voto útil”.
O eleitor é desestimulado a votar afirmativamente num projeto político que acredite. É empurrado a escolher entre o ruim e o menos pior. O debate político real sobre os diferentes projetos de classe fica abafado e suprimido. Somos obrigados a pensar apenas no que não queremos e não no que realmente desejamos.
Foi assim em São Paulo, ainda no primeiro turno, onde parte importante dos trabalhadores acabou decidindo na última hora votar no candidato do PT, Fernando Haddad, baseados exclusivamente nos dados do IBOPE ou Data Folha no dia da eleição que apontavam o risco de um segundo turno entre Serra e Russomanno.
Mesmo com essa enorme pressão, os resultados eleitorais da oposição de esquerda foram muito positivos. Dentro de seus limites, o PSOL tornou-se o partido que mais cresceu nessas eleições com 49 vereadores, a ida ao segundo turno em duas capitais (Belém e Macapá) e a eleição de seu primeiro prefeito (Itaocara-RJ). Mesmo onde perdeu, o PSOL mostrou sua força, como no caso do Rio de Janeiro com os incríveis 28% dos votos obtidos contra as máquinas de Dilma e Sérgio Cabral a serviço de uma coligação de 20 partidos encabeçada por Eduardo Paes (PMDB). Excelentes resultados também foram obtidos em Fortaleza, Florianópolis, Natal, Niterói, Sorocaba, etc. O PSTU também elegeu seus dois primeiros vereadores (Natal e Belém).
A reconstrução de uma esquerda socialista de massas no Brasil, em oposição tanto às forças políticas tradicionais da classe dominante (PSDB, DEM, etc) quanto à sua representação hegemônica hoje (o lulo-petismo), passa por romper o beco sem saída da escolha do menos pior.
No segundo turno, a lógica do mal menor funciona com muito mais força. Afinal o segundo turno existe exatamente para forçar composições políticas que diluam projetos políticos mais firmes e claros. Quase obriga o eleitor a escolher de nariz tapado um dos concorrentes porque o fedor do adversário é ainda maior.
Mas, não somos obrigados a fazer essa escolha.
O principal caminho para impor as transformações sociais, políticas e econômicas que desejamos nesse país é a luta organizada dos trabalhadores a partir de seu local de trabalho, moradia, estudo, etc. É a luta direta dos trabalhadores, estudantes e do povo pobre que, ultrapassando uma perspectiva imediatista e economicista, poderá arrancar conquistas e mudar a sociedade.
O exemplo das greves de massas envolvendo os servidores federais, os operários das obras do PAC e da construção civil em geral, de bancários e trabalhadores dos correios, entre muitas outras categorias, mostra o caminho. Essas lutas precisam ser unificadas e armadas com um programa alternativo à política de Dilma e dos patrões.
Passado o segundo turno em 28 de outubro, aos trabalhadores não restará alternativa que não a luta contra os ataques que tanto governos municipais do PT como do PSDB promoverão sobre nós.
Em São Paulo, por exemplo, teremos que continuar a luta contra a privatização da saúde que tanto Haddad quanto Serra defendem. Teremos que derrotar a política de cortes nos gastos para pagar a dívida aos banqueiros que ambos tentarão implementar. Teremos que arrancar na luta as verbas para os serviços públicos e o reajuste salarial para o funcionalismo municipal.
O que melhor ajuda a organizar essa luta? Dar um voto no PT no segundo turno e fortalecê-lo politicamente ajudará a combatê-lo quando estiver no governo? Achamos que não.
A maior força do PT hoje contra os trabalhadores é exatamente a ilusão de muitos de que o PT se preocupa com os pobres. O PT nasceu da luta dos trabalhadores. Mas, esse PT já não existe mais. O PT é hoje o partido que os banqueiros, especuladores, grandes empresários e o agronegócio apoiam. Basta ver quem financia suas campanhas eleitorais.
A classe dominante prefere o PT hoje por sua capacidade de conter a insatisfação popular através da cooptação direta dos movimentos sociais. É claro que, quando a cooptação não funciona, a resposta dos governos do PT é a repressão. Foi assim desde o primeiro ano de gestão Lula em relação aos servidores federais em greve contra a reforma neoliberal da previdência promovida por seu governo. É assim até hoje nas prefeituras do PT com demonstram inúmeros exemplos.
A cooptação só é possível em razão dessa imagem de que, apesar de tudo, o PT mantém algum laço com as posições mais progressistas. É evidente que o PT tem uma origem e trajetória diferenciada em relação aos partidos da direita tradicional. Isso se reflete no seu discurso e na sua imagem para milhões de trabalhadores.
Uma das tarefas centrais da esquerda socialista consequente é desconstruir essa imagem falsa que não reflete a essência do projeto que o PT está implementando à cabeça do regime político burguês.
Votar em Haddad e defende-lo diante de Serra não ajuda a cumprir essa tarefa e não ajuda a organizar as lutas necessárias contra os governos do PT. O mesmo vale para as disputas em Salvador, Fortaleza, etc.
Quanto ao PSDB nem precisamos gastar tinta ou saliva. Representam o que há de mais caduco e atrasado das classes dominantes brasileiras e lutam desesperadamente para recuperar alguma força política. Contra ambos, PT e PSDB temos que afirmar um projeto de classe, anticapitalista e socialista e baseado nas lutas da classe trabalhadora.

O papel do PSOL
Para nós da LSR, o sentido da formação do PSOL foi o de recriar um instrumento político de esquerda, democrático, classista e socialista, diante da perda do PT para os interesses históricos da classe trabalhadora. O PSOL nasceu para mostrar que a esquerda socialista não morreu com a passagem definitiva do PT para o lado das classes dominantes.
Alianças com o PT ou partidos da base do governo Dilma contrariam o sentido original da construção do PSOL. Da mesma forma, admitir o voto no PT mesmo no segundo turno não ajuda no processo de reconstrução da esquerda socialista.
Onde o PSOL disputa o segundo turno, também não deve estimular qualquer confusão sobre as enormes diferenças que existem entre nosso projeto e o projeto do PT hoje no governo federal e em vários estados e municípios. Estando ou não disputando o segundo turno, o PSOL tem que se apresentar como oposição de esquerda ao governo Dilma e ao lulismo e aos governos da direita tradicional.
Por isso, rejeitamos categoricamente que setores do PSOL abram espaço em nossas campanhas para que Lula e o PT defendam seu governo, como aconteceu em Belém. Essa atitude é um frontal ataque contra o PSOL e a justificativa de sua existência.
Mas, nada se compara ao que setores do partido estão fazendo em Macapá, onde até mesmo uma aliança política com a direita tradicional é anunciada por figuras públicas do partido. Achamos que é incompatível com a permanência do PSOL esse tipo de atitude.
A tarefa do PSOL é manter sua coerência no segundo turno e ajudar a construir o terceiro turno das lutas contra quem quer que vença as eleições, seja o PT ou o PSDB. Para começar, deve denunciar a ambos e dizer que nenhum deles representa avanço real para os trabalhadores.
Comitê Nacional da LSR - Liberdade, Socialismo e Revolução

terça-feira, 23 de outubro de 2012

II ENCONTRO DE OCUPAÇÕES REUNIU MAIS DE 1500 SEM-TETOS EM SP!

Do blog do MTST


Mais de 1500 trabalhadores sem-teto estiveram no II Encontro de Acampamentos do MTST de São Paulo. A atividade no último domingo (21/10) permitiu ao mesmo tempo a confraternização e demonstração de força social do MTST.
Na Mesa de abertura do Encontro estiveram alguns dos principais aliados do Movimento: o Senador Eduardo Suplicy, os Deputados Ivan Valente e Adriano Diogo, a Intersindical, o Sinsprev/SP, o Bloco de Resistência Socialista, a Oposição da Apeoesp, o PSOL, o Fórum Popular da Saúde e movimentos como MMRC/SP, Terra Livre e Movimento Popular de Moradia do Paraná, os dois últimos a RESISTÊNCIA URBANA.
Na parte da tarde, o MTST fez a experiência de uma nova forma de negociação com o Estado. Ao invés do diálogo com uma comissão de representantes, lavamos os negociadores do Governo para responder as questões de acampados de 9 ocupaçõesdo MTST no Estado. Estiveram presentes o Secretário Adjunto de Habitação de São Paulo Marcos Penido, o Assessor da Presidência da CDHU Antonio Lajarin e a Consultora da Presidência da Caixa Econômica Federal, Evaniza Rodrigues.
Ao final, entregamos uma pauta com as reivindicações imediatas do MTST para as duas esferas de Governo presentes, que segue a baixo.
O Encontro também foi marcado por muito simbolismo, com poemas, músicas e um novo video do Movimento. O encerramento se deu com muito forró na Quadra dos Bancários, que entrou a noite.
O Encontro foi uma grande vitória e demonstração de força dos trabalhadores sem-teto!

MTST, A LUTA É PRA VALER!

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Nota da Frente de Luta Socialista (PSOL – PSTU) Sobre os resultados das eleições municipais de Taboão da Serra


7.075 VOTOS CONTRA OS RICOS E CORRUPTOS


A candidatura da Frente de Luta Socialista (PSOL – PSTU) com Stan-prefeito e Wiliam Felippe-vice obteve 7.075 votos, o equivalente a 5,23% dos votos válidos na eleição de 7 de outubro.  Nossa chapa de vereadores obteve 2.907 votos nominais e de legenda. Este resultado expressa o setor mais consciente do eleitorado que se posicionou contra as candidaturas dos ricos e corruptos.
É um resultado modesto em termos de votos, o que nos impediu de chegar à Prefeitura e mesmo de eleger vereadores. Contudo, não medimos o nosso resultado apenas pelo número de votos. Mais importante do que isso foi a ampla audiência e boa receptividade que tivemos junto aos trabalhadores, setores críticos e ao povo pobre da cidade.
Nossa Frente uniu no terreno eleitoral os melhores representantes e lideranças das lutas que são travadas em nosso município contra a exploração e a opressão, contra as oligarquias que controlam o poder em seu próprio benefício. Durante o processo eleitoral, nossa Frente foi a única que denunciou as falcatruas e a corrupção que impera e seguirá imperando entre os donos do poder econômico e os donos do poder político no município.
Levantamos nas eleições as bandeiras dos movimentos de luta e dos sindicatos: Moradia, Saúde, Educação, Creches, Transporte Coletivo, Fim da privatização e da terceirização dos serviços públicos e Valorização dos Servidores Públicos. Apresentamos uma alternativa socialista de governo, comprometida apenas com os trabalhadores e os excluídos e que se propõe a governar apoiada na mobilização do povo explorado e oprimido.
Saudamos todos aqueles, os candidatos, os apoiadores e nossos eleitores, que ousaram levantar a voz e deixar seu voto contra os Fernandos & Aprígios, contra os ricos e corruptos.

A campanha do tostão contra o milhão, da consciência contra a corrupção

Nossa campanha foi a do tostão contra o milhão, a da consciência política contra a corrupção. Nos orgulhamos de contar apenas com o apoio militante e voluntário de pessoas que acreditam em nossas propostas políticas. Nos orgulhamos de não ter recebido nenhum centavo de financiamento eleitoral dos empresários que investiram milhões nas campanhas dos outros candidatos, e que agora vão receber dos eleitos a fatura que será retirada dos cofres públicos.
A campanha eleitoral de Taboão foi a mais milionária da história da cidade e uma das mais milionárias do país. As máquinas eleitorais dos partidos que se revezam no poder transformaram as eleições num verdadeiro comércio eleitoral. Tudo foi feito na base da compra e venda, inclusive utilizando menores de idade e se aproveitando das necessidades de uma parte da população desempregada e subempregada. As tabelas de preço: segurar faixas e bandeiras e distribuir panfletos (R$700,00), circular com carro de som (R$2.000,00), deixar colocar banners nas casas (R$ 50,00). Durante todo o processo eleitoral sobraram denúncias de distribuição de cestas básicas, alimentos, materiais de construção, botijões de gás e um sem número de favores e benesses que corrompeu abertamente uma parte do eleitorado. No dia da eleição comprava-se à luz do dia o voto dos eleitores por no mínimo R$ 50,00.
Diante do abuso do poder financeiro das duas principais candidaturas, o que fez a Justiça Eleitoral? Pouco ou nada! As denúncias que eram comunicadas aos dois cartórios eleitorais da cidade caíram no vazio. A bem dos funcionários dos tribunais é bom que se diga que sequer os cartórios têm infraestrutura e número de funcionários suficientes para garantir uma fiscalização adequada.
A “proibição” da boca de urna não impediu que milhares de boqueiros estivessem nas ruas no dia da eleição. Mas o que é pior, boqueiros foram contratados não para buscar votos dos eleitores indecisos, mas sim como uma forma indireta de compra do voto do próprio boqueiro. Quanto mais boqueiros, maior a expectativa de votos.
A permissão pela justiça eleitoral de pesquisas fraudulentas feitas por Institutos de pesquisas questionáveis, divulgadas na véspera do processo eleitoral na imprensa e nos carros de som, também contribuíram para confundir e desestimular o eleitor.
Este quadro lamentável é o que explica a desilusão de mais de 30% do eleitorado do município: 32.436 não compareceram para votar, 10.926 votaram em branco e 13.687 votaram nulo, totalizando 57.049 eleitores, mais do que os votos do 2º colocado.

A “renovação” da Câmara de Vereadores é uma farsa

A imprensa local tem glorificado uma suposta “renovação” da Câmara de Vereadores. Isso não passa de propaganda enganosa: o poder Legislativo da cidade continua controlado pelos mesmos grupos políticos e patronais de sempre. Mudaram as pessoas, mas os partidos e políticos no poder são os mesmos.  Os “fichas sujas” foram substituídos por parentes e afilhados políticos.
O processo eleitoral fraudulento e milionário que levou estes “novos” vereadores à Câmara é a certeza de que legislarão contra o povo em benefício dos grandes empresários que financiaram suas campanhas. Os trabalhadores que os elegeram pagarão caro pelas falsas promessas eleitorais em que acreditaram. A “nova” Câmara Municipal seguirá sendo o velho “balcão de negócios” manejado pela mesma elite que domina a cidade há décadas.

Dias piores virão

O candidato do PSDB, Fernando Fernandes, que teve seu grupo expulso do poder a oito anos atrás, volta agora triunfante dizendo que “dias melhores virão”. Muitos trabalhadores se deixaram iludir por este refrão. Outros votaram neste candidato como “voto útil” para tirar do governo os representantes do atual prefeito, atolado em escândalos de corrupção, Evilásio Farias. A verdade é que o atual governo do PSB-PT foi tão ruim e envolvido em escândalos de corrupção que preparou o terreno para esta verdadeira “volta dos mortos vivos”.
Mas, desde já alertamos a população de Taboão: não devem esperar nada de bom do “novo” governo. A política de sucateamento e privatização dos serviços públicos de Saúde, Educação, Creches em benefício de apaniguados do poder, os altos preços das tarifas de ônibus para beneficiar o monopólio da Pirajuçara, a falta de investimentos em moradia popular, o arrocho salarial e a falta de direitos dos servidores públicos municipais, estes e outros males vão continuar e se aprofundar.
Os trabalhadores, a juventude, defensores dos direitos humanos e o conjunto da população, devem se organizar e rejeitar para uma escalada da violência em todos os sentidos, que no estado de São Paulo fugiu do controle do governo do PSDB.

Estamos na primeira fila da oposição ao governo Fernando Fernandes

É por tudo isso que, desde já, os partidos que compuseram a Frente de Luta Socialista, o PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) e o PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado) se colocam na primeira fila da oposição ao governo do PSDB. E fazemos um chamado ao conjunto dos movimentos populares e sindicatos de luta de Taboão da Serra a seguirem cerrando fileiras contra os “novos” donos do poder.
A campanha da Frente de Luta Socialista (PSOL – PSTU) e os valorosos votos que obtivemos foi um passo à frente na organização dos trabalhadores. Temos certeza que estamos mais fortes para seguirmos na luta por nossos direitos e por um verdadeiro Governo Socialista dos Trabalhadores apoiado na mobilização e organização popular, que segue sendo a nossa meta principal.
Junte-se a nós nesta luta!

Professores efetivos devem se inscrever para atribuição de aulas até sexta-feira (26)

Fonte: Secretária de Educação do Estado de São Paulo

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Termina na próxima sexta-feira (26), o período de inscrições no Processo de Atribuição de Aulas 2013 para educadores efetivos da rede estadual de ensino paulista. A adesão deve ser feita pelo Portal da Educação.
O cadastramento para a atribuição, prevista para acontecer em janeiro de 2013, é destinado aos docentes concursados que lecionam em escolas de Ensinos Fundamental e Médio.
Todas as informações sobre o processo podem ser consultadas na portaria de Atribuição de Aulas e Classes. Confira e não perca o prazo!

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Material de estudo para a prova de avaliação do OFA

Do site da Apeoesp

Abaixo link de resenhas produzidas pela Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo),  indicados na bibliografia para a prova de avaliação OFA.
Lembrando que é necessário conferir as mudanças apresentadas pelo governo que até então não foram divulgadas.



Revista PEB I












quinta-feira, 18 de outubro de 2012

23/10 - (terça-feira) Reunião de Representantes da Apeoesp


Professores dos municípios de Taboão da Serra, Embu, Itapecerica da Serra, Embuguaçu, São Lourenço e Juquitiba estão sendo convocados para a reunião ordinária de Representantes de Escola (última do ano), no próximo dia 23 de outubro.
A reunião ocorrerá em dois horários, às 9h e às 14h para que professores (as) que trabalhem em outras redes de educação possam participar.
A reunião debaterá temas como a • Campanha Salarial; • Plano de Carreira ; • Atribuição de aulas 2013 e • Violência nas Escolas.
a mesma se realizará na  Subsede da Apeoesp de Taboão da Serra que está localizada na Avenida Jovina de Carvalho Dáu, 125 em Taboão da Serra (em frente a EE Domingos Mignoni).
De acordo com publicação em Diário Oficial, cada escola pode enviar até dois representantes com direito a abono de ponto.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Bibliografia da prova do OFA


      A data da prova de avaliação do OFA ainda não foi divulgada pela secretaria de educação. O mesmo ocorre com bibliografia a ser estudada para a prova. Pelo que tudo indica, a exemplo dos anos anteriores, será utilizada a mesma bibliografia.
      A demora e falta de clareza sobre a bibliografia a ser estudada só prejudica aqueles que necessitam estudar para a prova. De qualquer forma é importante que os professores (as) estudem com base no que tem a disposição para que não seja pegos de surpresa como no ano passado, quando a prova foi marcada com menos de duas semanas para estudar.

      Divulgo abaixo a bibliografia e documentos que cairão na prova do OFA, deixando claro que a mesma pode sofrer mudanças, portanto, todos devem ficar atentos (as) a elas.



BIBLIOGRAFIA PARA PARTE GERAL 
1. 10.OLIVEIRA, Marta K. de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento; um processo sócio-histórico. 4. ed. São Paulo: Scipione,1997.
2. ASSMANN, Hugo. Metáforas novas para reencantar a educação – epistemologia e didática. Piracicaba: Unimep, 2001.
3. COLL, César e outros. O construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 2006.
4. COLL, César; MARTÍN, Elena e colaboradores. Aprender conteúdos & desenvolver capacidades. Porto Alegre: Artmed, 2004.
5. CONTRERAS, José. A autonomia dos professores. São Paulo: Cortez, 2002.
6. DELORS, Jacques e EUFRAZIO, José Carlos. Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez, 1998.
7. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática docente. São Paulo: Paz e Terra, 2008.
8. GARDNER, Howard; PERKINS, David; PERRONE, Vito e colaboradores. Ensino para a compreensão. A pesquisa na prática.
Porto Alegre: Artmed, 2007.
9. HARGREAVES, Andy. O ensino na sociedade do conhecimento: educação na era da insegurança. Porto Alegre: Artmed, 2003.
10. HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediação, 2001.
11. LERNER, Délia. Ler e escrever na escola: o real, o possível, o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002.
12. MARZANO, Robert J.; PICKERING, Debra J.; POLLOCK, Jane E. Ensino que funciona: estratégias baseadas em evidências para melhorar o desempenho dos alunos. Porto Alegre: Artmed, 2008.
13. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez, 2006.
14. PERRENOUD, Philippe. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.
15. PIAGET, Jean. Para onde vai a educação?. Rio de Janeiro: José Olimpio, 2007. 16. PIAGET, Jean. Psicologia e pedagogia: a resposta do grande psicólogo aos problemas do ensino. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1998.
17. TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002.
18. TEDESCO, Juan Carlos. O novo pacto educativo. São Paulo: Ática, 2001.
19. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação da Aprendizagem – Práticas de Mudança: por uma praxis transformadora. São Paulo:
Libertad, 2003.
20. ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
Documentos para Parte Geral
1. BRASIL. MEC. DCNs do Ensino Fundamental. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/1998/pceb004_98.pdf
2. BRASIL. MEC. DCNs do Ensino Médio – Parecer 15/98. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/1998/pceb015_98.pdf
3. BRASIL. MEC/INEP. Fundamentos teórico-metodológicos do ENEM. Disponível em:
http://www.publicacoes.inep.gov.br/detalhes.asp?pub=4005
4. BRASIL. MEC/INEP. IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Disponível em: http://portalideb.inep.gov.br/
5. BRASIL. MEC/INEP. Prova Brasil e o SAEB. Disponível em: http://provabrasil.inep.gov.br/
6. BRASIL. MEC/SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais. Introdução. Terceiro e Quarto Ciclos do Ensino Fundamental. Brasília:
MEC/SEF,1997. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/introducao.pdf
7. BRASIL. MEC/SEMTEC. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Brasília: MEGSEMTEC, 2002.
8. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino Fundamental